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Por que Alagoas permanece em último lugar em ranking de competividade no país? Entenda aqui

Publicado em 19 de Setembro de 2016

Para o esforço do Estado em atrair novas empresas, foi um banho de água fria.

Nesta segunda-feira (19), a consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), braço da prestigiada revista britânica The Economist, o Centro de Liderança Pública (CLP) e a Tendências Consultoria divulgaram o ranking de competitividade de cada uma das 27 unidades da federação – em que Alagoas permanece em último lugar.

De acordo com a consultoria, são analisados 65 itens em 10 pilares estratégicos: segurança pública; eficiência da máquina pública; sustentabilidade social; capital humano; infraestrutura; inovação; educação; potencial de mercado; solidez fiscal e sustentabilidade ambiental.

Com base nesses indicadores, é gerada uma nota de 0 a 100. Enquanto a média brasileira foi de 50,2 pontos, Alagoas recebeu este ano apenas 15,9 - menos de um terço da média nacional e ainda bem abaixo de Sergipe, no penúltimo lugar na lista, que teve 28,5 pontos.

As quatro primeiras colocações foram mantidas: São Paulo (88,9) segue na liderança, seguido por Paraná (76,9), Santa Catarina (74,3) e o Distrito Federal (66,8).

No Nordeste, o único Estado acima da média brasileira a aparecer na lista foi Pernambuco, que este ano ficou na 13ª posição nacional com 50,3 pontos. Na região, em seguida aparece o Estado do Ceará (48,1), Paraíba (47,8), Rio Grande do Norte (44,5), Bahia (42,3), Maranhão (34,3), Piauí (34,1), Sergipe (28,5) e Alagoas (15,9).

A mensagem do ranking é clara: enquanto o Estado não obter uma melhora consistente em indicadores sociais de áreas como Educação (onde Pernambuco se destacou este ano) e Segurança Pública, todo o esforço de outras pastas, como a de Desenvolvimento Econômico, por exemplo, permanecerá comprometido.

Veja ranking completo no site da Consultioria Tendências aqui.

 

AL é último em competividade no país, diz ranking de revista mais influente do mundo

Para o esforço do Estado em atrair novas empresas, foi um banho de água fria.

Nesta segunda-feira (19), a consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), braço da prestigiada revista britânica The Economist, o Centro de Liderança Pública (CLP) e a Tendências Consultoria divulgaram o ranking de competitividade de cada uma das 27 unidades da federação – em que Alagoas permanece em último lugar.

De acordo com a consultoria, são analisados 65 itens em 10 pilares estratégicos: segurança pública; eficiência da máquina pública; sustentabilidade social; capital humano; infraestrutura; inovação; educação; potencial de mercado; solidez fiscal e sustentabilidade ambiental.Com base nesses indicadores, é gerada uma nota de 0 a 100.

Enquanto a média brasileira foi de 50,2 pontos, Alagoas recebeu este ano apenas 15,9, menos de um terço da média nacional – e ainda bem abaixo de Sergipe, no penúltimo lugar na lista, que teve 28,5 pontos.   

As quatro primeiras colocações foram mantidas: São Paulo (88,9) segue na liderança, seguido por Paraná (76,9), Santa Catarina (74,3) e o Distrito Federal (66,8).

No Nordeste, o único Estado acima da média brasileira a aparecer na lista foi Pernambuco, que este ano ficou na 13ª posição nacional com 50,3 pontos. Na região, em seguida aparece o Estado do Ceará (48,1), Paraíba (47,8), Rio Grande do Norte (44,5), Bahia (42,3), Maranhão (34,3), Piauí (34,1),  Sergipe (28,5) e Alagoas (15,9).

A mensagem do ranking é clara: enquantEstado não obter uma melhora consistente em pastas sociais em áreas como Educação (onde Pernambuco se destacou este ano) e Segurança Pública, todo o esforço de outras áreas, como a de Desenvolvimento Econômico, permanecerá comprometido.


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