Nesta sexta e sábado: Jaraguá vira praça de alimentação a céu aberto com melhor da gastronomia popular de Maceió por até R$ 22
Rodrigo 28 de novembro de 2025

Acima, jornalista Nide Lins e alguns dos pratos disponíveis no Festival Maceió dos Prazeres realizada na Praça Dois Leões, no Jaraguá: o melhor da gastronomia popular alagoana nesta sexta e sábado, das 17h às 22h
Imagine ter a oportunidade de encontrar em Maceió, em uma única praça de alimentação (a céu aberto em pleno bairro histórico do Jaraguá), uma seleção de mais de 30 exemplares do melhor da comida raiz da capital entre pratos, petiscos, sanduíches, salgados e doces (com valor máximo até R$ 22) com curadoria assinada pela jornalista que se tornou a maior enciclopédia viva da gastronomia popular alagoana.
Das 17h às 22h desta sexta e sábado (28 e 29/11) na Praça Dois Leões, no Jaraguá, essa é a proposta da segunda edição do Festival Maceió dos Prazeres, maior festival de gastronomia popular do Estado fruto da seleção da jornalista Nide Lins que há mais de 25 anos percorre todos os recantos do Estado pesquisando, escrevendo e promovendo o melhor da boa comida local – preparada, em sua maioria, pelas mãos de empreendedores individuais e gente simples cujo maior investimento em marketing costuma ser o boca a boca ou a chance de aparecer em uma matéria assinada por Nide.
Na praça, será possível encontrar uma variedade de iguarias raiz que inclui cuscuz de arroz (seguindo a receita de Dona Pureza, de Penedo), tapioca recheada da Cidinha (do Mercado da Produção), petiscos como camarão crocante e bolinhos de charque (do Boteco do Urugua), pilombeta frita (do Nado’s Bar, da Ponta da Terra), sanduíches e passaportes (como o “cachorro do reino”, da lanchonete Caldilar, ao “passaporte raiz”, do Rock Lanches, no Prado), caldinho e bolinho de feijoada (da baiana Josefa dos Santos Silva, do “Recanto da Baiana”), pastéis (como o pastel do Tetéu (com pontos no Eustáquio Gomes e Jatiúca), acarajé e bobó de camarão (da Dona Acarajé, cujo curioso marketing “o pior bobó de camarão” atraiu mais clientes para iguaria) e até porções de doces de rua tradicionais como cavaco e quebra-queixo (a R$ 10).
“O festival nasceu para ser um momento de celebração da gastronomia alagoana para que o maceioense e o alagoano tenha a chance de conhecer mais sobre o trabalho de dezenas de empreendedores locais que fazem uma comida cheia de sabor, histórias e com preços acessíveis a todos”, diz Nide Lins, autora do Guia da Gastronomia Popular Alagoana, que destaca o apoio da Prefeitura de Maceió para a iniciativa (por meio da Secretaria Municipal de Turismo) que permitiu também a realização de um trabalho de capacitação dos participantes conduzida pela nutricionista Helena Menezes (que reforçou boas práticas de higiene, armazenamento, manipulação e preparo dos alimentos, itens essenciais para garantir segurança e qualidade ao público).
Saiba mais sobre o festival e sobre o trabalho de Nide Lins aqui.




